segunda-feira, 16 de maio de 2016

Reflexões baseadas em estudo dirigido do texto: Como Utilizar as tecnologias na escola de José Manuel Moran.





FIBH- FACULDADE ISEIB DE BELO HORIZONTE
PÓS GRADUAÇÃO EM: PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL: ENFASE EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA.
EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA: DIVERSIDADE NA SALA DE AULA
ALUNA: NÍVEA ALVES CORRÊA DE ABREU.

PLANO DE AULA

Disciplina: Português
Assunto: Ortografia
Ano/ Série: 4º ano/ 3ª série 
Idade: 9 anos
Carga horária: 2h/aula

Objetivo Geral:
Despertar nos alunos o gosto pelo aprendizado de forma lúdica e divertida.
Objetivos específicos:
Desenvolver a construção de palavras
Reforçar o desenvolvimento ortográfico

Desenvolvimento
1.   Encaminhar as crianças para o laboratório, ligar os computadores, um para cada criança.
2.   Explicação sobre a plataforma do jogo utilizado www.escolagames.com.br
3.   Como entrar na plataforma e qual jogo deverão jogar. Nesse caso Sopa de letrinhas.
4.   Entrar no jogo: Sopa de Letrinhas http://www.escolagames.com.br/jogos/sopaLetrinhas/
5.   Dar as instruções do jogo: Analisar a dica de cada palavrinha pedida; arrastar as letras correspondente da palavra para o local indicado; verificar o tempo que falta para finalizar cada palavra.
6.   O professor passa por todos os computadores e verifica se todos conseguiram acessar o jogo.
7.   Iniciar o jogo
8.   O professor permanece atento verificando a atenção, comprometimento de todos os alunos.

Metodologia
Aula dialogada interativa

Recursos Didáticos
Quadro branco, caneta, 20 computadores

Avaliação
Progressiva e contínua




segunda-feira, 8 de junho de 2015

TRABALHO INTEGRADA:ARTES E EDUCAÇÃO FÍSICA: CORPOREIDADE

FaE/UEMG/CBH
CURSO DE PEDAGOGIA
PROFESSORES: FABRÍCIO E LILIANA
GRADUANDAS: EDRISLAINE, CLÁITE, NÍVEA, TATIANE, REGINA.


ARTIGOS:
http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/viewFile/263/752

http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/article/view/6135/4981

VÍDEOS:
http://youtu.be/OdZwLjxYcAM

https://www.youtube.com/watch?v=FrjJeQZNdVA

ENTREVISTA

http://youtu.be/aVc_Nx5DwBE           com professora de Educação Física


QUESTÕES PARA A ENTREVISTA COM PROFESSOR DE ARTES.
Daniela Penna – Escola Infantil Casa da Gente

1. Qual a importância você dá a corporeidade na educação hoje?
É preciso considerar que o desenvolvimento e a aprendizagem do sujeito se realiza pela ação corporal, ou seja,  por meio das interações humanas que trazem novos significados e apreensões. Ignorar esse fato seria como que fechar a porta para o desenvolvimento da percepção, da imaginação, da fantasia que podem ser incentivadas ao se promover atividades lúdicas ou corporais.

2. Considerando que na educação escolar a intelectualidade e a racionalidade sobrepõem a corporeidade, quais são as dificuldades que você como profissional de Artes encontra para desenvolver seu trabalho com as crianças?
Sempre relegado ao segundo plano. Como se fosse o brincar pelo brincar, ou simplesmente desenhar para ocupar o tempo... Ou as vezes questionamentos do tipo: mas o professor de artes está dançando com as crianças? Por que? Na maioria das vezes nem mesmo as famílias valorizam os trabalhos feitos pelas crianças.

3. Como é desenvolvido o trabalho de Artes com as crianças?
De forma livre, assim não os forço a nada e valorizo o que trazem para mim.

4. Qual o objetivo?
Desenvolver sua sensibilidade valorizando o que ela traz em sua vivencia de levando- a a desenvolver o gosto pela descoberta, pela observação de modo a utilizar tanto o corpo como a mente para sua educação.

5. Como é a aceitação da comunidade escolar?
A maioria das vezes o professor de artes somente é valorizado como o decorador dos espaços onde vão ocorrer as comemorações escolares.

6. Que tipo de interação ocorre com as outras disciplinas?
Muito pequena. Como já disse o professor de artes é muito mais solicitado para decorar os ambientes do que como uma disciplina com conteúdos e saberes próprios que podem contribuir no processo de aprendizagem das outras disciplinas.

7. Como você vê a interdisciplinaridade entre Artes e Educação Física?

Importantíssimo. A cultura corporal do movimento permeia das duas disciplinas e através desse signo linguístico constrói e reconstrói novos significados e novas aprendizagens. Tanto a dança, como o toque ou observação de quadro ou a encenação de um teatro pode trazer novas noções e sensibilidades antes nunca vividas na vida do aluno. A educação física e artes são facilitadores dessas aprendizagens e como tal devem caminhar juntas.

TEXTO
O ENSINO DAS ARTES E DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO CAMPO DA CORPOREIDADE: UM POSSÍVEL ENCONTRO.
Considerando que o mundo educacional, por uma questão cultural e sociológica, ignora as vivências das crianças fora da escola, e suas manifestações corporais através de movimentos, ritmos, conhecimentos percepções e linguagens, Zamperetti e Neves (2012), apontam que o espaço escolar na maioria das vezes se apresenta segmentado devido ao fato de ser formado por disciplinas, departamentos, salas de aula e pessoas, podendo-se compreender o individualismo como consequência entre as diferentes dimensões físicas e humanas. Dessa forma este trabalho,tem como objetivo analisar a possível interdisciplinaridade entre a o ensino das Artes e da Educação Física no ensino Fundamental e ao mesmo tempo compreender como as duas disciplinas se cruzam enquanto áreas de conhecimento que possibilitam a ação da corporeidade na escola.
Começamos então nosso estudo a partir da Educação Física considerando-a como uma das formas de expressão da linguagem, ou seja, como um conjunto de conhecimentos construídos e sistematizados por meio do movimento, sendo uma área, que tem diferentes conhecimentos que podem ser experimentados por diversas socializações, como por exemplo, modos de discurso ou de interação[1].
Entender que a cultura do movimento envolve a relação entre o corpo, natureza  e cultura, é compreender que se trata de um conhecimento marcado pela linguagem do corpo e que é revelada no movimento através de gestos, que vai se construindo e reconstruindo ao longo da vida e das histórias das pessoas. Nesse sentido, Fiorentin, Lustrosa e Rocha citado por Zamperetti e Neves (2012) argumentam que: “a corporeidade indica movimento, emoção, corpo, mente e espírito, significando as relações do indivíduo consigo, com os outros e com o mundo. É um processo de construção que acontece ao longo da existência do sujeito”. Dessa forma, as Proposições Curriculares da RMBH enfatizam que:
Educação Física deve permitir à criança o acesso a diferentes experiências de movimento. Estas diferentes experiências ganharam sentido e significado ao longo da história cultural e tornaram-se saberes organizados e sistematizados. (PCRMBH.2012.p.12)
Assim, podemos compreender a educação física como uma importante área de conhecimento que movimenta os textos culturais como, por exemplo: as danças, os jogos, os esportes, as lutas, as ginásticas, o teatro, etc. e que esses movimentos podem modificar o contexto e a interpretação das pessoas que o vivenciaram.
Nesse estudo, queremos também compreender o significado e o papel das Artes enquanto área de conhecimento, pois desde o início da colonização do Brasil, a literatura era considerada um campo relevante da arte e os trabalhos manuais eram relegados aos escravos e as camadas inferiores, ficando desvalorizado e sem espaço no currículo das artes. Porém, conforme as Proposições Curriculares do Ensino fundamental de artes da RMBH, na atualidade esses preconceitos podem  ser desfeitos devido à abertura para que “desde cedo à criança possa perceber a importância do conhecimento artístico em sua vida cotidiana e escolar”, essa abertura é hoje propiciada pelo ensino de artes na escola.
A educação pela arte implica hoje uma atividade estética e criadora de si mesma, segundo Zamperetti e Neves (2012), pois traz em si o jogo, o brinquedo e o envolvimento prazeroso em busca de equilíbrio, construindo novos sentidos e significados para cada indivíduo.  As proposições sugerem o trabalho das artes visuais, da dança, música e do teatro como forma de proporcionar ao longo do ciclo o desenvolvimento de uma série de descobertas e novos contatos com várias expressões artísticas. Dessa forma, ainda segundo as autoras citadas, pode-se compreender que os conteúdos das artes podem ser aprendidos a partir de experiências em que os sentidos corporais sejam explorados, pois o corpo apresenta-se como forma de percepção, ação e expressão para os indivíduos. Duarte Júnior citado por Zamperetti e Neves (2012), argumenta que “por meio de experiências que privilegiem os sentidos corporais, o estudante poderá desenvolver a sua sensibilidade, e com isso, contrapor a realidade competitiva da sociedade contemporânea”.
Apesar de ainda nas escolas a intelectualidade e a racionalidade sobrepor a corporeidade é necessário lembrar que o conhecimento e a aprendizagem ocorrem por meio do corpo, e que a corporeidade pode ser usada como elemento de aprendizagem de forma a contribuir com a formação humana dos alunos. Dessa forma a aproximação das áreas de conhecimento Artes e Educação física podem produzir sentidos, sentimentos e vivências de forma a produzir um novo repertório cultural para os alunos.


REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
ZAMPERETTI, M.P. NEVES, A.B. Artes visuais e corporeidade na pesquisa-ensino- reflexões sobre práticas pedagógicas.  IX ANPED Sul 2012
Disponível em:
MENDES, M.I.B.S.; NÒBREGA, T.P. Cultura de movimento: Reflexões a Partir da relação entre corpo, natureza e cultura.
PROPOSIÇÕES CURRICULARES ENSINO FUNDAMENTAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA- REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE. 2012
PROPOSIÇÕES CURRICULARES ENSINO FUNDAMENTAL ARTE - REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE. 2012




[1] Proposições Curriculares Ensino Fundamental Educação Física- Rede Municipal de Belo Horizonte.




domingo, 17 de maio de 2015

OBSERVAÇÕES E REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO: COMO SÃO UTILIZADOS OS RECURSOS TECNOLÓGICOS QUE A ESCOLA POSSUI


FaE/UEMG/ CBH – CURSO DE PEDAGOGIA
Relatório de estágio para a disciplina Educação e Tecnologia.
Professora: Luciana Zenha Cordeiro.
Graduanda: Nívea Alves Corrêa de Abreu       NF. VIIC

A presente postagem tem como objetivo relatar as observações realizadas durante  um estágio em uma escola da rede Municipal de Belo Horizonte. Observações essas relacionadas aos recursos tecnológicos presentes na escola e de que forma são utilizados.

Foi constatado durante a observação que todas as  salas possuem uma televisão devidamente instalada na parede, porém não são utilizadas pelas professoras. A escola não possui uma sala de vídeo e quando querem passar algum vídeo para as crianças a televisão não alcança o objetivo por questão  de disposição e visibilidade.

A escola também não possui laboratório de informática para trabalhar com as crianças. Somente a  Escola Integrada, que funciona na escola tem uma sala de informática, porém estava fechada o tempo todo.

Como a escola atende somente até o segundo ciclo do  Ensino Fundamental, as crianças são pequenas e não têm celular. A escola possui um vídeo game que é disponibilizado para as crianças no horário do recreio. Podendo ser classificada como categoria 2: escola sem recursos tecnológicos.

Na Escola Infantil, a professora utiliza como recurso de mídia a televisão e o aparelho de DVD para reproduzir vídeos, e aparelho de som, para cantar e animar as crianças.

Apesar dos recursos tecnológicos serem uma ferramenta importante para auxiliar o professor durante a sua prática pedagógica, ainda não estão disponíveis à toda a comunidade escolar.