sim a vida
terça-feira, 17 de maio de 2016
segunda-feira, 16 de maio de 2016
FIBH- FACULDADE ISEIB DE BELO HORIZONTE
PÓS GRADUAÇÃO EM: PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA
E INSTITUCIONAL: ENFASE EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA.
EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA:
DIVERSIDADE NA SALA DE AULA
ALUNA: NÍVEA ALVES CORRÊA DE ABREU.
PLANO DE AULA
Disciplina: Português
Assunto: Ortografia
Ano/ Série: 4º ano/ 3ª série
Idade: 9 anos
Carga horária: 2h/aula
Objetivo Geral:
Despertar nos alunos o gosto pelo aprendizado de forma
lúdica e divertida.
Objetivos específicos:
Desenvolver a construção de palavras
Reforçar o desenvolvimento ortográfico
Desenvolvimento
1.
Encaminhar
as crianças para o laboratório, ligar os computadores, um para cada criança.
3.
Como
entrar na plataforma e qual jogo deverão jogar. Nesse caso Sopa de letrinhas.
5.
Dar
as instruções do jogo: Analisar a dica de cada palavrinha pedida; arrastar as
letras correspondente da palavra para o local indicado; verificar o tempo que
falta para finalizar cada palavra.
6.
O
professor passa por todos os computadores e verifica se todos conseguiram
acessar o jogo.
7.
Iniciar
o jogo
8.
O
professor permanece atento verificando a atenção, comprometimento de todos os
alunos.
Metodologia
Aula dialogada
interativa
Recursos Didáticos
Quadro branco,
caneta, 20 computadores
Avaliação
Progressiva e
contínua
terça-feira, 16 de junho de 2015
segunda-feira, 8 de junho de 2015
TRABALHO INTEGRADA:ARTES E EDUCAÇÃO FÍSICA: CORPOREIDADE
FaE/UEMG/CBH
CURSO DE PEDAGOGIA
PROFESSORES: FABRÍCIO E LILIANA
GRADUANDAS: EDRISLAINE, CLÁITE, NÍVEA, TATIANE, REGINA.
ARTIGOS:
http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/viewFile/263/752
http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/article/view/6135/4981
VÍDEOS:
http://youtu.be/OdZwLjxYcAM
https://www.youtube.com/watch?v=FrjJeQZNdVA
ENTREVISTA
http://youtu.be/aVc_Nx5DwBE com professora de Educação Física
TEXTO
CURSO DE PEDAGOGIA
PROFESSORES: FABRÍCIO E LILIANA
GRADUANDAS: EDRISLAINE, CLÁITE, NÍVEA, TATIANE, REGINA.
ARTIGOS:
http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/viewFile/263/752
http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/article/view/6135/4981
VÍDEOS:
http://youtu.be/OdZwLjxYcAM
https://www.youtube.com/watch?v=FrjJeQZNdVA
ENTREVISTA
http://youtu.be/aVc_Nx5DwBE com professora de Educação Física
QUESTÕES
PARA A ENTREVISTA COM PROFESSOR DE ARTES.
Daniela
Penna – Escola Infantil Casa da Gente
1. Qual a importância você dá a corporeidade na educação
hoje?
É preciso considerar que o
desenvolvimento e a aprendizagem do sujeito se realiza pela ação corporal, ou
seja, por meio das interações humanas
que trazem novos significados e apreensões. Ignorar esse fato seria como que
fechar a porta para o desenvolvimento da percepção, da imaginação, da fantasia
que podem ser incentivadas ao se promover atividades lúdicas ou corporais.
2. Considerando que na educação escolar a
intelectualidade e a racionalidade sobrepõem a corporeidade, quais são as
dificuldades que você como profissional de Artes encontra para desenvolver seu
trabalho com as crianças?
Sempre relegado ao segundo plano. Como se fosse o brincar
pelo brincar, ou simplesmente desenhar para ocupar o tempo... Ou as vezes
questionamentos do tipo: mas o professor de artes está dançando com as
crianças? Por que? Na maioria das vezes nem mesmo as famílias valorizam os
trabalhos feitos pelas crianças.
3. Como é desenvolvido o trabalho de Artes com as
crianças?
De forma livre, assim não os forço a nada e valorizo o
que trazem para mim.
4. Qual o objetivo?
Desenvolver sua sensibilidade valorizando o que ela traz
em sua vivencia de levando- a a desenvolver o gosto pela descoberta, pela
observação de modo a utilizar tanto o corpo como a mente para sua educação.
5. Como é a aceitação da comunidade escolar?
A maioria das vezes o professor de artes somente é
valorizado como o decorador dos espaços onde vão ocorrer as comemorações
escolares.
6. Que tipo de interação ocorre com as outras
disciplinas?
Muito pequena. Como já disse o professor de artes é muito
mais solicitado para decorar os ambientes do que como uma disciplina com
conteúdos e saberes próprios que podem contribuir no processo de aprendizagem
das outras disciplinas.
7. Como você vê a interdisciplinaridade entre Artes e Educação
Física?
Importantíssimo. A cultura corporal do movimento permeia
das duas disciplinas e através desse signo linguístico constrói e reconstrói
novos significados e novas aprendizagens. Tanto a dança, como o toque ou
observação de quadro ou a encenação de um teatro pode trazer novas noções e
sensibilidades antes nunca vividas na vida do aluno. A educação física e artes
são facilitadores dessas aprendizagens e como tal devem caminhar juntas.
TEXTO
O ENSINO DAS ARTES E DA EDUCAÇÃO FÍSICA
NO CAMPO DA CORPOREIDADE: UM POSSÍVEL ENCONTRO.
Considerando
que o mundo educacional, por uma questão cultural e sociológica, ignora as
vivências das crianças fora da escola, e suas manifestações corporais através de
movimentos, ritmos, conhecimentos percepções e linguagens, Zamperetti e Neves
(2012), apontam que o espaço escolar na maioria das vezes se apresenta
segmentado devido ao fato de ser formado por disciplinas, departamentos, salas
de aula e pessoas, podendo-se compreender o individualismo como consequência
entre as diferentes dimensões físicas e humanas. Dessa forma este trabalho,tem
como objetivo analisar a possível interdisciplinaridade entre a o ensino das
Artes e da Educação Física no ensino Fundamental e ao mesmo tempo compreender
como as duas disciplinas se cruzam enquanto áreas de conhecimento que
possibilitam a ação da corporeidade na escola.
Começamos
então nosso estudo a partir da Educação Física considerando-a como uma das
formas de expressão da linguagem, ou seja, como um conjunto de conhecimentos
construídos e sistematizados por meio do movimento, sendo uma área, que tem
diferentes conhecimentos que podem ser experimentados por diversas
socializações, como por exemplo, modos de discurso ou de interação[1].
Entender
que a cultura do movimento envolve a relação entre o corpo, natureza e cultura, é compreender que se trata de um
conhecimento marcado pela linguagem do corpo e que é revelada no movimento
através de gestos, que vai se construindo e reconstruindo ao longo da vida e das
histórias das pessoas. Nesse sentido, Fiorentin, Lustrosa e Rocha citado por Zamperetti
e Neves (2012) argumentam que: “a corporeidade indica movimento, emoção, corpo,
mente e espírito, significando as relações do indivíduo
consigo, com os outros e com o mundo. É um processo de construção que acontece
ao longo da existência do sujeito”. Dessa forma, as Proposições Curriculares da
RMBH enfatizam que:
Educação Física deve
permitir à criança o acesso a diferentes experiências de movimento. Estas
diferentes experiências ganharam sentido e significado ao longo da história
cultural e tornaram-se saberes organizados e sistematizados. (PCRMBH.2012.p.12)
Assim,
podemos compreender a educação física como uma importante área de conhecimento
que movimenta os textos culturais como, por exemplo: as danças, os jogos, os
esportes, as lutas, as ginásticas, o teatro, etc. e que esses movimentos podem
modificar o contexto e a interpretação das pessoas que o vivenciaram.
Nesse
estudo, queremos também compreender o significado e o papel das Artes enquanto
área de conhecimento, pois desde o início da colonização do Brasil, a
literatura era considerada um campo relevante da arte e os trabalhos manuais
eram relegados aos escravos e as camadas inferiores, ficando desvalorizado e
sem espaço no currículo das artes. Porém, conforme as Proposições Curriculares do
Ensino fundamental de artes da RMBH, na atualidade esses preconceitos podem ser desfeitos devido à abertura para que
“desde cedo à criança possa perceber a importância do conhecimento artístico em
sua vida cotidiana e escolar”, essa abertura é hoje propiciada pelo ensino de
artes na escola.
A
educação pela arte implica hoje uma atividade estética e criadora de si mesma,
segundo Zamperetti e Neves (2012), pois traz em si o jogo, o brinquedo e o
envolvimento prazeroso em busca de equilíbrio, construindo novos sentidos e
significados para cada indivíduo. As
proposições sugerem o trabalho das artes visuais, da dança, música e do teatro
como forma de proporcionar ao longo do ciclo o desenvolvimento de uma série de
descobertas e novos contatos com várias expressões artísticas. Dessa forma,
ainda segundo as autoras citadas, pode-se compreender que os conteúdos das
artes podem ser aprendidos a partir de experiências em que os sentidos
corporais sejam explorados, pois o corpo apresenta-se como forma de percepção,
ação e expressão para os indivíduos. Duarte Júnior citado por Zamperetti e
Neves (2012), argumenta que “por meio de experiências que privilegiem os
sentidos corporais, o estudante poderá desenvolver a sua sensibilidade, e com
isso, contrapor a realidade competitiva da sociedade contemporânea”.
Apesar
de ainda nas escolas a intelectualidade e a racionalidade sobrepor a
corporeidade é necessário lembrar que o conhecimento e a aprendizagem ocorrem
por meio do corpo, e que a corporeidade pode ser usada como elemento de aprendizagem
de forma a contribuir com a formação humana dos alunos. Dessa forma a
aproximação das áreas de conhecimento Artes e Educação física podem produzir
sentidos, sentimentos e vivências de forma a produzir um novo repertório
cultural para os alunos.
REFERENCIAS
BIBLIOGRÁFICAS:
ZAMPERETTI,
M.P. NEVES, A.B. Artes visuais e
corporeidade na pesquisa-ensino- reflexões sobre práticas pedagógicas. IX ANPED Sul 2012
Disponível
em:
http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/viewFile/263/752acessado
em 02/06/15.
MENDES,
M.I.B.S.; NÒBREGA, T.P. Cultura de
movimento: Reflexões a Partir da relação entre corpo, natureza e cultura.
PROPOSIÇÕES
CURRICULARES ENSINO FUNDAMENTAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA- REDE MUNICIPAL DE BELO
HORIZONTE. 2012
PROPOSIÇÕES
CURRICULARES ENSINO FUNDAMENTAL ARTE - REDE MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE. 2012
domingo, 17 de maio de 2015
OBSERVAÇÕES E REFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO: COMO SÃO UTILIZADOS OS RECURSOS TECNOLÓGICOS QUE A ESCOLA POSSUI
FaE/UEMG/ CBH – CURSO DE PEDAGOGIA
Relatório de estágio para a disciplina
Educação e Tecnologia.
Professora: Luciana Zenha Cordeiro.
Graduanda: Nívea Alves Corrêa de Abreu NF. VIIC
A presente postagem tem como objetivo relatar as observações
realizadas durante um estágio em uma
escola da rede Municipal de Belo Horizonte. Observações essas relacionadas aos
recursos tecnológicos presentes na escola e de que forma são utilizados.
Foi constatado durante a observação que todas as salas possuem uma televisão devidamente
instalada na parede, porém não são utilizadas pelas professoras. A escola não
possui uma sala de vídeo e quando querem passar algum vídeo para as crianças a
televisão não alcança o objetivo por questão
de disposição e visibilidade.
A escola também não possui laboratório de informática para
trabalhar com as crianças. Somente a Escola Integrada, que funciona na escola tem uma
sala de informática, porém estava fechada o tempo todo.
Como a escola atende somente até o segundo ciclo do Ensino Fundamental, as crianças são pequenas
e não têm celular. A escola possui um vídeo game que é disponibilizado para as
crianças no horário do recreio. Podendo ser classificada como categoria 2: escola sem recursos tecnológicos.
Na Escola Infantil, a professora utiliza como recurso de mídia a televisão e o aparelho de DVD para reproduzir vídeos, e aparelho de som, para cantar e animar as crianças.
Apesar dos recursos tecnológicos serem uma ferramenta
importante para auxiliar o professor durante a sua prática pedagógica, ainda
não estão disponíveis à toda a comunidade escolar.
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